“A Ponta do Pico” – pintura de Margarida Madruga patente até à primavera

A exposição de pintura “A Ponta do Pico” de Margarida Madruga estreou novas obras da artista durante o Montanha Pico Festival. Os trabalhos ficam patentes na galeria da Atlântico Teahouse, no Pico, até à primavera. 

“Erguendo-se do mar em beleza petrificada, a soberba montanha apodera-se dos nossos sentidos,” escreve Victor Rui Dores nas notas de apresentar da exposição, “… aquele espetáculo de todo o ano apresenta-se em todo o seu esplendor pictórico, cénico e místico. Cada um fará a sua leitura, porque a beleza das coisas está sempre no olhar de quem as vê.”

No evento com a artista, na casa de chá mais famosa da vila da Madalena, a arquiteta reformada e pintora no activo, apresentou uma aula de técnica de arte aos mais jovens que também foi bem apreciada pelos mais experientes na plateia. Sua apresentação terminou com agradecimentos. “Hoje estou feliz porque estamos juntos. Juntos à volta desta coisa chamada arte, ” expressa Margarida Madruga. “Desejo muitas forças a todos nós para continuarmos a fazer aquilo que gostamos. E, um muito obrigado por terem cá vindo a este nosso encontro.” 

“A Ponta do Pico”, pintura de Margarida Madruga, pode ser visitada no horário da Atlântico Teahouse, até à primavera. 

Montanha Pico Festival, um projeto da MiratecArts, termina este último fim de semana de janeiro com mais uma noite de cinema no Auditório da Madalena, apresentando as curtas “Espíritos e Rochas Um Mito Açoriano” de Aylin Gokmen, “O que não se vê” de Paulo Abreu e o documentário “I am Greta” de Nathan Grossman, enquanto que na tarde de chá de domingo, na Casa da Montanha, será o lançamento do livro “Um mar cheio de vida: Visões dos Açores” de Alison Neilson. 

AA/MA