A Ratoeira a 6 de maio no Coliseu Micaelense

Em cena há 67 anos, “A Ratoeira” (“The Mousetrap”) é mais uma das incríveis histórias de Agatha Christie. Tem atingido vários recordes, estando registada no Guinness Book of Records como a peça em cena há mais tempo. É precisamente esta a peça que sobe ao palco do Coliseu Micaelense a 6 de maio, às 21h00.

Com encenação de Paulo Sousa Costa, “A Ratoeira” conta com um elenco de luxo. Virgílio Castelo, Beatriz Barbosa, Elsa Galvão e Henrique de Carvalho são alguns dos nomes que vai poder ver em palco.

Tudo começa quando um grupo de desconhecidos – um dos quais é um assassino – fica  preso numa pensão durante uma tempestade de neve.

Os suspeitos incluem o casal recém-casado que explora a pensão, e as suspeitas nas suas mentes quase arruínam o casamento deles, até ali, perfeito. Outros são solteirões com um passado curioso, um arquiteto que parece melhor equipado para ser um chef, um Major aposentado do Exército, um homenzinho estranho que alega que o seu carro avariou numa estrada perto dali e um jurista que torna a vida miserável a todos.

Entretanto, aparece um polícia que vem de esquis, através da tempestade. Mal chega, o jurista é morto. Para chegar ao raciocínio do padrão do assassino, o polícia investiga os antecedentes de todos os presentes…

“The Mousetrap” é uma produção da Yellow Star Company. Os bilhetes já estão à venda nos locais habituais e custam entre os 12 a 17 euros.

Concerto de António Zambujo a 20 de maio

A 20 de maio, o Coliseu Micaelense recebe o concerto de António Zambujo, às 21h30. Os bilhetes custam entre os 10 e os 12 euros.

António Zambujo é um dos maiores artistas, autores e intérpretes contemporâneos da música e da língua portuguesas, e um dos seus mais notáveis embaixadores no mundo.

Ao incorporar influências do cancioneiro brasileiro, em particular a Bossa Nova, derrubou fronteiras, reais e imaginárias, aproximando os dois lados do Atlântico. Com isso, a sua música, primeiro forjada na tradição do Cante Alentejano e do Fado, criou uma personalidade única e inspirou um novo ciclo na música portuguesa.

Ao nono álbum, oitavo de originais, “António Zambujo Voz e Violão”, o músico inspira-se no nome de um dos discos da sua (e da nossa) vida, “João Voz e Violão”, álbum de João Gilberto editado em 1999, e volta, nada acidentalmente, ao essencial.

“Vavós Carmélia e Tonim” a 23 de maio

“Vavós Carmélia e Tonim – A vida é para se Viver”, levada a cabo pelo Grupo Teatro AJURPE, com texto e encenação de Rui Faria, chega ao Coliseu Micaelense a 23 de maio, às 21h30, e os bilhetes, que têm preço geral de 5 euros.

A peça do Grupo Ajurpe – Associação Juvenil Rabo de Peixe integra 18 atores desta associação e fala sobre um “casal de idade avançada que nunca realmente gozaram a vida, poupando ao máximo para deixar o seu dinheiro amealhado à sua única filha.

A verdade é que a filha não é flor que se cheire, assim como o genro e neto.

Tonim, o avô, farta-se da situação e decide que irão fazer uma viagem de cruzeiro e que estão ainda a tempo de gozar a vida e que se a filha quiser, que trabalhe como eles para amealhar algum dinheiro – A vida é para se viver.

No cruzeiro irão conhecer um novo mundo, o mundo do turismo, mas são apanhados no meio de um assalto ao Cruzeiro. Como irão os avós reagir a este assalto? Como irá a filha reagir aos gastos inesperados dos seus pais?” .

AA/CM