Concerto de Pedro Abrunhosa a 6 de março no Coliseu Micaelense

O Coliseu Micaelense reabre as suas portas a 6 de março, quase um ano depois de ter encerrado devido à pandemia, para receber o concerto de Pedro Abrunhosa. Está agendado para as 21H00 e a entrada tem um custo que varia entre os 13 e os 15 euros.

Os bilhetes podem ser adquiridos na bilheteira do Coliseu, de terça a sexta feira, das 15h00 às 19h00 (quando ocorrem eventos, a bilheteira está aberta das 15h00 às 21h00 durante a semana e das 17h00 às 21h00 aos fins de semana) e através da bol.pt.

Pedro Abrunhosa escolheu desde sempre o caminho mais difícil para a sua carreira. A sua história pública não começa com uma banda de garagem mas pelo Conservatório. Não começou por ganhar fama na música ligeira para se aventurar depois em projetos mais ousados.

Aos 16 anos estudava Análise, Composição e História da Música com Álvaro Salazar e Jorge Peixinho na Escola de Música do Porto e, posteriormente, com Cândido Lima no Conservatório.

Entrou na música pela via erudita. E quando chegou ao jazz era um erudito a tocar esse género musical.

Estudou e tocou com Todd Coolman, Joe Hunt, Wallace Rooney, Gerry Nyewood e Steve Brown. E depois com Adriano Aguiar e Alejandro Erlich Oliva, seus mestres de contrabaixo.

Abrunhosa participou em seminários internacionais, formou bandas, tocou em orquestras, realizou tournées. Colaborou com grandes figuras como Paul Motion, Bill Frisell, Joe Lovano, David Liebman, Billy Hart. Ensinou contrabaixo na escola do Hot Club de Lisboa, fundou a Escola de Jazz do Porto, a “Cool Jazz Orchestra”, a “Máquina do Som” e, finalmente, os “Bandemónio”, grupo integralmente constituído por alunos seus.

AA/CM