Contas consolidadas na Câmara da Praia da Vitória

A Câmara Municipal da Praia da Vitória canalizou, em 2020, cerca de 2 milhões de euros para apoios a famílias, empresas e associações locais no quadro da pandemia Covid-19, revelou Tiago Ormonde, vereador com o pelouro da gestão financeira na Câmara Municipal da Praia da Vitória.

Segundo o autarca, os apoios foram possíveis devido ao rigor e consolidação orçamental implementados pelo atual executivo.

“O ano passado foi, para além de atípico, um ano muito complicado e difícil para todos nós. Atendendo às necessidades dos praienses e tendo em conta a boa gestão das contas públicas feita até então, foi possível canalizar meios para aqueles que se encontravam em dificuldade”, explica Tiago Ormonde.

“Desde o início do mandato, a sustentabilidade financeira, a reorganização dos ativos e o permanente controlo das contas têm sido as linhas mestras da ação executiva, conferindo mais saúde às contas da Autarquia, o que nos permitiu acomodar as necessidades para este período atípico. Quando uns auguravam problemas, falências e aumentos de impostos, nós, serenamente e com rigor, empenho e esforço, fomos consolidando as contas e garantindo mais e melhores apoios para os praienses. Claro que ficaram coisas por fazer, como sempre, mas o que é um facto indesmentível é que conseguimos prestar os melhores apoios que nos foi possível aos praienses”, sublinha.

“E, além desse esforço, reduzimos em 15% o passivo municipal, acabamos com a derrama para as empresas, lideramos o processo dos terrenos de Santa Rita, avançamos com vários investimentos no abastecimento de água e redes viárias e continuamos a apoiar as empresas e o associativismo através dos vários regulamentos, que conferem transparência e rigor aos apoios municipais”, enfatiza Tiago Ormonde.

Segundo o vereador com a responsabilidade da gestão financeira municipal, tanto a Praia Ambiente, como a Praia Cultural, registaram perda de receitas em 2020, quer pela redução dos consumos, pela isenção das tarifas da água e pela inexistência de eventos culturais, respetivamente.

“Estes decréscimos foram colmatados pelas transferências da Câmara Municipal, e mais uma vez é importante lembrar que isto só foi possível devido ao bom trabalho feito ao longo do mandato, no que diz respeito à gestão financeira”, salienta o responsável pelas contas públicas.

Tiago Ormonde, na análise às contas consolidadas, sublinha ainda que a redução do passivo permitiu novos empréstimos para investimentos cofinanciados pela União Europeia, nomeadamente os previstos para a rede viária.

Para além disso, a Câmara Municipal, nestes quatro anos, conseguiu reduzir em mais de 100 dias o Prazo Médio de Pagamento a fornecedores, possibilitando o crescimento económico das empresas e a manutenção dos postos de trabalho.

AA/CMPV