Faial e Açores veem apresentado o primeiro galardão científico internacional lançado na Região

A ilha do Faial e os Açores veem apresentado o primeiro galardão científico internacional lançado na Região.

“Este prémio é uma homenagem a Frederico Machado, grande cientista faialense nas áreas das Ciências do Mar e Geociências, que se destacou na investigação vulcanológica dos Açores, sobretudo no Vulcão dos Capelinhos, ao qual o Município da Horta não podia deixar de se associar”, revelou o Vereador da Câmara Municipal da Horta no lançamento do prémio com o nome do primeiro diretor do Departamento de Oceanografia e Pescas da Universidade dos Açores, numa iniciativa da Associação de Antigos Alunos do Liceu da Horta (AAALH), com o patrocínio da Câmara Municipal da Horta e numa parceria com o Governo Regional dos Açores e com o Instituto de Investigação em Ciências do Mar – OKEANOS, da Universidade dos Açores, entidade responsável pela conceção, organização cientifica e seleção dos concorrentes.

Na cerimónia de celebração do 25º aniversário da Associação, Eduardo Pereira enalteceu “todo o empenho na salvaguarda e valorização do património faialense, designadamente no que diz respeito ao Património do Cabo Submarino no Faial e ao futuro espaço museológico dos cabos submarinos na Horta, que tarda em se concretizar”, considerou, recordando que há 129 anos, a 23 de agosto de 1893, amarrou o 1º cabo submarino na ilha do Faial, que ligou Carcavelos à Horta e desta cidade açoriana ao resto do mundo.

A sessão solene incluiu também a apresentação de um livro que reúne as memórias autobiográficas de 18 antigos alunos do Liceu da Horta. Enderençando felicitações, o autarca deixou ainda uma palavra de reconhecimento à AAALH pelo trabalho em prol da divulgação literária e defesa do património histórico do Faial.

“Para o Município, merece relevo a preocupação constante da Associação na edição, promoção e divulgação de obras, como a apresentada pelo Dr. Jorge Gonçalves, e que faz memória, das memórias de antigos alunos do Liceu da Horta, pois um povo sem memória é um povo sem história”, concluiu.

AA/CMH