Imunidade de grupo trará vantagens para a saúde e áreas sociais e económicas

O Presidente do Governo Regional dos Açores reiterou o desejo de que a Região, com a majoração de vacinas contra a covid-19 que começou nesta fase a receber, atinja “o mais rápido possível” a imunidade de grupo.

Tal, advoga José Manuel Bolieiro, representará vantagens “para a saúde de todos” os Açorianos, e também “sob o ponto de vista social e económico” a imunidade de grupo representará uma “vantagem competitiva” em prol de uma “retoma” à total normalidade.

O governante falava no Aeroporto João Paulo II, em Ponta Delgada, onde recebeu o Vice-Almirante Henrique de Gouveia e Melo, coordenador a nível nacional do plano de vacinação contra a covid-19.

O responsável deslocou-se aos Açores na véspera de ser acelerado o processo de inoculação nas ilhas sem hospital, aparte o Corvo, já com imunidade: a população ainda não vacinada em Santa Maria sê-lo-á entre 6 e 8 de junho; nas Flores o processo decorre a 9 a 10 de junho; na Graciosa entre 11 e 13; São Jorge recebe a equipa militar e as vacinas entre 14 e 16 e o Pico terá igual processo entre 17 e 20 deste mês.

“Na Região, demos o exemplo, pioneiro aliás: assegurar a imunidade de grupo na ilha do Corvo, com 400 habitantes, laboratório” a nível europeu no que refere à imunização da população, sublinhou José Manuel Bolieiro.

A expetativa do Executivo mantém-se a de antecipar para finais de julho o calendário da imunidade completa da Região, que, estipulam os dados científicos, se atinge com 70% ou mais da população inoculada.

AA/GRA