Próximo ano escolar arranca com mais professores

Foi já publicada a lista de colocações da oferta de emprego centralizada para recrutamento de pessoal docente a termo resolutivo para o ano escolar 2020/2021, para preenchimento dos horários completos e anuais. 

De acordo com Sofia Ribeiro, “estas colocações correspondem a necessidades transitórias do sistema educativo regional e não colmatadas pelos docentes dos quadros, num total de 495 professores e educadores agora colocados”.

A Secretária Regional adianta ainda que, “na sequência da alteração do regulamento de concursos, que foi introduzida pelo Governo Regional para combater a precariedade, estas 495 colocações entrarão para o cômputo dos contratos por três anos sucessivos em cada unidade orgânica e grupo de recrutamento, que constitui o critério para aferição do número de vagas que serão abertas em quadro de ilha no ano escolar subsequente”.

Neste ano escolar que agora se inicia, estão matriculados menos cerca de 600 alunos nas unidades orgânicas do ensino público da Região. 

“Apesar da diminuição de alunos, procedemos a um aumento do efetivo docente a lecionar nas nossas escolas, contanto, sensivelmente, com mais 150 professores do que no ano passado”, frisou.

 “A par da redução do número de alunos por turma no 1.º e no 2.º ciclos do ensino básico, bem como nas turmas que contam com alunos com necessidades educativas especiais, que exijam particular atenção do docente, este reforço evidencia o investimento do Governo Regional na Educação”, diz a governante com a tutela.

Sofia Ribeiro explicou que “estas são medidas específicas que concretizam o plano Regional de recuperação das aprendizagens, numa gestão racional e de otimização de recursos humanos, concretizando mecanismos de apoio às escolas que permitam implementá-lo da forma mais adequada às suas especificidades e autonomia, atentos os objetivos pedagógicos por elas definidos”.

Os professores agora colocados devem apresentar-se a 1 de setembro na unidade orgânica onde obtiveram colocação.

“Contudo, uma vez que, à semelhança do que já sucedeu em anos anteriores, caso tal não seja possível por impedimento não imputável ao próprio, desde que devidamente comprovado, nos termos da lei será considerado todo o tempo de serviço a partir de 1 de setembro”, sublinha Sofia Ribeiro.

De acordo com a governante, “seguir-se-ão novas contratações nas próximas semanas, relativas a colocações não aceites, a horários de substituição temporária e a horários incompletos que venham a revelar-se absolutamente necessários, de acordo com as necessidades efetivamente reportadas pelos órgãos de gestão das escolas”.

AA/GRA